NÚCLEO DO PORTO

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E DEPOIS DA COPA?

A Copa do Mundo é um evento que coloca o Brasil em destaque. Em praticamente todos os países do mundo, mesmo naqueles onde o futebol não é o esporte preferido da população, as noticias ocupam espaços importantes nos meios de divulgação. Nos meses que antecederam a realização dos jogos, muitas noticias inclusive davam a impressão de que não teríamos condições de proporcionar as condições adequadas, levando em consideração as instalações esportivas, os acessos, os aeroportos, a mobilidade urbana e até a questão da segurança pública. Até no Brasil surgiram movimentos oportunistas, tentando denegrir a imagem do atual Governo, num posicionamento oportunista. O tempo foi passando, a Copa começou, inclusive com uma atitude indesculpável de grupos reacionários que no Estádio, no jogo inaugural não se limitaram a vaiar, mas a ofender a Presidenta Dilma, que estava no Estádio, com palavras de baixo calão. E todos os jogos estão contando com arquibancadas lotadas, sem atritos entre os torcedores.Que conseguem acessar os Estádios em alguns momentos presenciando ajuntamentos de quem se considera manifestante, mas nem sequer consegue definir o que está reivindicando. E a repercussão nos vários segmentos econômicos foi muito positiva. E por certo o setor de turismo principalmente não pode reclamar dos rendimentos proporcionados pelos milhares de estrangeiros, muitos dos quais nem conheciam as nossas várias atrações nas várias regiões onde os jogos estão sendo realizados. E esta é uma questão que exige uma reflexão. É que em muitas das cidades onde as delegações esportivas ficaram alojadas, se fez necessária a programação de preparação de mão de obra para o atendimento aos torcedores. Esta é uma questão que precisa ser bem avaliada, envolvendo organismos de ensino e também as representações sindicais dos trabalhadores e da classe patronal. É preciso planejar, fazer um trabalho técnico que prepare um pessoal que não vai limitar seu trabalho a momentos mas de forma permanente. E que por sua vez, os direitos trabalhistas sejam respeitados. Como se constata, a Copa do Mundo não se limita à disputa no campo esportivo. E já podem ser constatadas na Imprensa internacional muitas manifestações positivas, mostrando que os críticos não tinham razão em suas atitudes. E mais, fica clara a necessidade do envolvimento efetivo de quem luta por uma sociedade onde as divergências sejam colocadas com a devida transparência, permitindo a resposta do setor indicado. Este é o Brasil pelo qual devemos continuar a lutar.

Uriel Villas Boas - Secret. Previdência da Fitmetal/CTB - Coordenação do MAP.LP e diração da Asimetal. - 01.07.2014

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